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Mishmash Marketing

Basicamente é "uma mixórdia de temáticas" de Marketing!

Mishmash Marketing

Basicamente é "uma mixórdia de temáticas" de Marketing!

Marketing – Objetivos

Um dia um amigo e eu estávamos a passear e entramos numa casa abandonada que tinha uma piscina e decidimos mergulhar, só que em vez de água a piscina estava cheia de cerveja. Ao sentirmos o sabor tentamos sair da mesma, mas só que todo aquele álcool impedia-nos de sair da piscina fazendo com que escorregássemos sempre para dentro da mesma.

Eu lá fiz as contas e disse: “pá se bebermos 5 litros cada um de cerveja, na parte menos funda teremos pé e conseguiremos trepar e sair daqui”. Mas ele achando que não havia solução desanimou e desistiu de lutar deixando-se afundar, e eu lá continuei a debater-me e a beber a minha quota parte até conseguir ter pé na piscina e sair da mesma.

Passado uns anos daquele infortúnio andava a passear e por descuido caí novamente em uma outra piscina, mas desta vez cheia de Absinto. E lá me lembrei do passado e comecei a me debater e a beber para conseguir sair daquela confusão uma vez mais. Um amigo a passar por ali, estendeu-me a mão e disse para eu sair, mas eu não aceitei a ajuda pois sabia como resolver o problema.

Lá continuei a beber até não poder mais e ficar no fundo da piscina, pois o absinto tinha muito mais teor alcoólico que a cerveja e o meu corpo não aguentou com tanto…

Todos os problemas e objectivos mesmo parecendo iguais, têm nuances muito diferentes e a sua solução tem que ser ajustada á realidade onde ocorre e com as medidas correctivas certas.

Muitas vezes para sabermos para onde queremos ir temos que estudar o passado… mas muitas coisas que foram soluções e deram certo no passado podem tornar-se uma grande dor de cabeça e um grande problema hoje.

Marketing – A Concorrência

Numa das minhas incursões por Angola, tive a infelicidade de me debater numa luta com os mosquitos, por muito repelente e por muitos que matava, os tipos eram atraídos pelo meu sangue, e lá me coçava, lá dava sapatadas em mim próprio para afastar dos ditos, até que chegava a um ponto de desistir e me refugiar em casa, deixando estas pequenas com “a moral em cima”

Onde já se viu um mosquito a superar-me a mim, imagino a mesma a regressar lá para perto das suas amigas e a se gabar que andou a morder um Caxineiro e que estes desistiu e fugiu para casa, cheia de peito a se gabar… Por descuido, por gabarolice, vai contra uma teia de uma aranha e luta para se soltar e não consegue. A outrora vencedora do combate comigo encontra o seu fim numa aranha mais pequena do que ela.

Antigamente as grandes empresas eram donas e senhoras deste mercado e faziam o que lhes apetecia pois eram elas “As Raínhas do Mercado” mas nos dias que correm não são os Grandes que vencem os mais pequenos, não são os mais fortes que vencem os mais fracos. Nos dias de hoje os rápidos e os astutos vencem os lentos e os “relaxados”.

Nos dias que correm com a disseminação da informação, com a rapidez que a mesma é transmitida, quem domina o mercado não é a dimensão mas sim a forma e a rapidez de resposta e a agilidade da mesma. Agilidade em criar uma Equipa forte, unida e motivada. Agilidade em reduzir custos. Agilidade no relacionamento com o cliente. Agilidade em criar valor. Agilidade em compreender o mercado e atender de melhor forma as necessidades do mesmo.

Tenho visto presunçosos tipos como eu a ser batidos por um simples mosquito…

Os Grandes sucumbem por causa da sua lentidão, pequenos são derrotados por outros pequenos porque se distraem e se deixam render pela preguiça e pelo comodismo.

Não acha que a sua empresa é a melhor por ser Grande, não sejam presunçosos. Trabalhem todos os dias. Levantem o cú da cadeira e usem a inteligência mais do que a força ou a glória de outrora… sem parar um único minuto.

Todos os dias assistimos a micro empresas levarem a melhor sobre grandes empresas, muitos Golias têm caído aos pés de muitos Davids…

NS

Marketing – Sociedade

Este post vem no intuito de eu estar maldisposto (GRU) e me apetecer desancar para tudo e todos e para ninguém em concreto ou talvez até quero…

Alguém me pode dizer o que diabo se passa com a sociedade, pois com as empresas já sei (maximização do lucro) pois eu acho que anda todo o mundo doido, mas posso estar enganado dado a minha miopia de 5 dioptrias me poderem não fazer enxergar bem, mas aquele que vê sem olhos de ver normalmente é o que vê melhor…

Como estou numa de tese, bora lá verificar as Hipóteses:

H1 – Vejo “rapaziada” a “morrer” para aparecer nas TVs sujeitando-se ao mais estúpido e ridículo de programas para fazer show off, para se exibirem, para mostrar o quanto a mente da nossa sociedade é tão vazia e desprovida de neurónios e não descansam até conseguirem o seu minuto de fama, esquecem que depois têm uma vida pela frente… A TV agradece, pois, aumenta as suas audiências e de forma directa me preocupa, pois, as pessoas revêm-se naquela gente mentecapta que aparece nestes programas… Mas está tudo trengo?

H2 – Toma-se por dia em Portugal 7 milhões de medicamentos tipo a Ritalina, dá-se isto ás crianças na sua maioria, para estas melhorarem o seu desempenho escolar, e não devido a uma qualquer desordem, eu dou gomas e pintarolas à “Minha Canalhada” (termo que se usa nas Caxinas para Crianças) este pessoal enfia químicos pois querem as crianças ali tipo robots. Depois vejo escolas a exigir que os putos sejam robots, senão correm o risco de serem expulsas, mas está tudo doido?

H3 – As famílias deixarem de “ser normais” pois parece que os pais viraram os maiores inimigos dos próprios filhos, pois obrigam estes a fazer coisas que não gostam, coisas que detestam, não dando liberdade ás crianças de se explorarem e decidirem o que querem, e quando não gostam poderem mudar e escolher outra coisa qualquer… Não impinge-se ás crianças aquilo que fica bem na sociedade… As crianças devem sentir que estão numa terceira grande guerra… Acho que estamos todos demasiado ocupados, e o dinheiro é a nossa primeira opção (sim é muito importante) mas isto de “obrigar” não faz sentido para mim. Alguém me diz o que se passa?

H4 – Fui a um ginásio para ver as condições para me decidir por um para me inscrever, e vejo tudo envidraçado para “todos de fora” verem para dentro, vejo “um tipo” a pegar num ferro e “a tipa” a tirar uma foto, depois vai a tipa sacar de um ferro e o tipo saca de uma foto… Começa a época das dietas milagrosas, das pilulas milagrosas, das cirurgias milagrosas, pois todos querem chegar ao verão e poder mostrar os seus corpos de “plasticina”, fotos em Photoshop querendo mostrar uma imagem daquilo que estas pessoas deveriam ser e não o que são… Alguma coisa está errada?

H5 – Pelas minhas incursões por Africa e Brasil assisto a tipos a andar em grandes SUVs, grandes máquinas, a comer em restaurantes de rodizio onde somente o prato custa 75€ fora bebida, onde uma garrafa de champanhe custa um salário e bebiam como se de água se tratasse, onde me mostravam maços de notas de 100Usd, sem qualquer tipo de pudor ou vergonha, enquanto na rua via crianças a morrer de fome, pessoas a dormir em filas intermináveis em frente a um hospital para serem tratadas… Ninguém se importa? Ninguém, gosta de partilhar? Eu pelo menos comprava 3 latas de atum e 3 de feijão, para mim e para 2 crianças que viviam na rua em frente a minha casa… Provavelmente a culpa é minha a vida é simplesmente injusta?

 

“Something is wrong in the world today… We live on the Edge…” (vivemos no precipício)?

Mas está todo o mundo doido?

Alguém consegue me dizer o que se passa?

Por favor digam-me o que se está a passar?

Crise? Claro, de VALORES e IDENTIDADE!

Pois se abrirmos os olhos vemos que algo está errado.

FUCK!

Marketing – Futebol, O Poder das Cheerleaders

Nota: A imagem é a única coisa bonita no texto que se segue, e foi somente para chamar a atenção para a beleza destas Cheerleaders VERDADEIRAS!

Não… Não irei comentar o jogo do Porto de Ontem, pois ainda corro o risco do amigo verdinho me colocar como página de destaque… Por isso vou comentar um “sapo” que tento digerir há algum tempo, mas que não consigo, pode ser que em forma escrita este “sapo” consiga descer pelo canal digestivo.

Para mim a Humanidade teve como Grande descoberta a Comunicação Falada e Escrita que levou os denominados países do 1º Mundo a terem liberdade de Expressão que eu tanto prezo, por isso temos milhares de pessoas a opinar de forma inteligente, outras nem tanto e outras são energúmenos que pensam que falam ou escrevem …

Mas voltando ao cerne da questão… As Cheerleaders, e vocês perguntam-me: “Ciso que tem isso a ver com a liberdade de expressão e Poder?” Eu digo: “Meus caros não faço a menor ideia mas tentarei ver se consigo responder ao que pensei que vocês me iriam perguntar…

Quando pensamos em Cheerleaders, aparece logo na nossa mente, um monte de miúdas giras e jeitosas, com roupas justas e curtas e com pompons, certo? “Errado digo eu”. Pois eu penso em tipos com demasiada “curva da felicidade”, que assiste a um jogo de futebol de costas voltadas para o mesmo, em tronco nu, dando ouvido a um bandemeco qualquer com um megafone.

E é isto que aqui me trás hoje, o dito “bandemeco com o megafone” o Cheerleader! Pois se o anteriormente denominado de “espetáculo” de futebol vai mal, nos dias que hoje o “espetáculo” desapareceu dando lugar a “ISTO….” Que nem sei como classificar, que assistimos nos dias de hoje.

Nos últimos tempos tenho vindo a observar o que se vem passado com estes Cheerleaders, o que eles têm vindo a fazer, a escrever e a comunicar. O que tem acontecido ao que fazem? O que os clubes que (não) apoiam têm feito, etc… A minha resposta é basicamente NADA!

Exemplo 1 – PSP faz buscas nas imediações de um Clube de Futebol e encontra drogas, armas e sei lá mais o quê no local onde a claque (não) está integrada, e o que acontece? NADA!

Exemplo 2 – Eu para entrar num estádio com a minha família viram-me de alto a baixo, remexem na bolsa da mulher, pegam na pequenada de pernas para o ar e sacodem as mesmas para ver se elas não trazem algum berlinde perdido num dos bolsos, as Cheerleaders levam foguetes, “very lights”, “bombinhas de carnaval”, paus gigantes para as bandeiras (quando eu não posso entrar com um guarda chuva), e eu pergunto-me: Se eu sou tomado de assalto para entrar num estádio, como estas Cheerleaders levam tudo e mais alguma coisa para "lá dentro” já estou para ver alguém dessa parte do estádio entrar com um tanque ou com um F16… E o que se passa? NADA!

Exemplo 3 – Uma outra Cheerleader entra em um centro de estágio de uma equipa e “Exige falar e ameaçar jogadores, dirigentes e demais Staff e não se passa nada, foi só “para encorajar a equipa”. Esta mesma Cheerleader passado 2 semanas tenta invadir um estádio para ir “encorajar” as mesmas pessoas que “encorajaram” no centro de estágio, e o que se passa? NADA!

Exemplo 4 – Um outro Cheerleader entra no restaurante do pai de um arbitro ameaça de morte o mesmo e diz que só lá foi jantar e que não lhe serviram a dita comida á meia noite. Pega num microfone de uma jornalista, e como dizer isto de forma a não choca, ROUBA o microfone, COAGE, saca umas fotos com o mesmo em “várias posições” com vários elementos do “Cheeralidismo” e o que acontece? NADA! Só porque a jornalista estava a fazer o seu trabalho de reportagem e jornalismo.

Hoje em dia vivemos em um país onde não se pode opinar, ou escrever pois lá vêm os pseudos "opinadores" com os comentários, que normalmente apartir do 3ª, começa em baixaria e por aí se porlonga (ver uns qualquer comentários de uma qualquer notícia)...

Ou é de mim ou o mundo parece que está do avesso, pois quem deveria ter poder, como polícia, professores e demais, cada vez o perdem e o dão a quem nada tem na cabeça?

Isto do futebol virou de um espetáculo de magia para um espetáculo de aventura pois ir a um estádio não é mais nada menos do que isto, uma aventura, pois a qualquer momento pode acontecer uma batalha campal. O Mundo está doido ou as teorias de Darwin em mim não surtiram efeito…

Eu pergunto ao meu filho o que ele quer ser “quando for grande”, ás vezes ele responde-me que quer ser pianista outras vezes que quer ser arquiteto, eu estou a tentar mudar-lhe as ideias para ele ser um Cheerleader, pois decerto andará com uma grande máquina a motor, com um grande casarão, sem saber muito bem o que ele faz, com uma fortuna que não se sabe muito bem de onde veio, mas que ninguém se interroga ou investiga…

Isto meus amigos não é 1º Mundo Decerto!

NS

Marketing - Apple

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 Legenda: Foto Tirada com o Meu Samsung!

Eu sou um tipo que colocou na cabeça que nunca iria ter um Macbook, nem nunca iria ter um Iphone, pois achava que o valor que se pagava por ter uma “Maçã” num equipamento eletrónico era elevado demais, depois vinham todos os constrangimentos da antipirataria, isto não quer dizer que sou pró-pirataria, somente que sou a favor de “se não tiver que pagar por certas Apps” melhor ainda.

O problema é que na Apple tudo se paga, tudo é demasiado caro, tudo o que leva com o “selo” da “Maçã” está diretamente correlacionado com um esvaziamento na minha carteira. Mas mesmo assim um lançamento de um equipamento deixa pessoas doidas a fazerem fila noite a fio para comprarem o equipamento, tipo eu quando os U2 vieram a Coimbra que estive uma noite e uma tarde ao frio e chuva para conseguir um bilhete…

Quando penso em Apple penso em Engenharia e Design e de facto eles são imbatíveis neste aspeto pois conseguem conciliar ambas as coisas, pois os Apples são de facto máquinas sexys e lindas, e a nível de engenharia são excelentes pois o software é excecional e duradouro, sem permitir apanhar “viroses como os demais”.

Eu sempre me considerei anti Apple, não sei porque, mas nunca me convenci com a marca e com o valor da mesma. Há uns 3 meses lá a muito custo peguei no de lá de casa, pois a bateria dura um dia inteiro, ao contrário do meu, e lá andava com ele a correr para a biblioteca, e a primeira impressão era que após o primeiro dia de uso, ainda detestava mais esta máquina. Queria fazer um copy – paste e não sabia, queria fazer um Print Screen e não havia jeito, selecionar fotos muito menos, queria fechar janelas e elas tinham o boto vermelho, amarelo e verde do lado superior esquerdo, em vez da “cruz” do lado direito. Demorei umas 2 semanas a sacar tutoriais da internet para aprender a mexer com aquilo, mas lá me amanhei e comecei a nutrir uma paixão pela máquina e pela “Maçã”.

Depois da “nutrição” de amor pela “Maçã” lá comecei a ver que os filmes de facto em ecrã retina tinham uma qualidade de imagem digna de cinema, o som é fabuloso e a rapidez de processamento brutal. Aliar a isto tudo a máquina dificilmente apanha vírus e a nível de abrir pop ups também é fantástica…

Outro fator que faz o delírio dos seus consumidores é a velha máxima do “menos é melhor” se repararem não vêm mil produtos da Apple, temos computadores, ipads, ipods, smartwatches… Basicamente contamos pelos dedos de uma mão os produtos deles.

Por fim a Apple não vive do passado e está sempre em constante inovação, e prefere esquecer e apagar os produtos que possam manchar a sua reputação e criar uns novos.

Nem tudo foi um mar de rosas aqui com a nossa amiga “Maçã” e o ano passado perderam a liderança para a sua rival Samsung e a Apple lá andou “tremida” após a morte do Steve Jobs e as vendas começaram em queda, mas eis que surge a salvação. Não por parte da Apple em si, mas sim porque o seu maior concorrente em vez de fazer telemóveis, decidiu 2 em 1 (telemóveis explosivos) e assim a Samsung caiu, e a Apple ganhou o destaque a que estava habituada.

O G. teve 3 exames na segunda classe e lá lhe prometi se ele tirasse mais que 80% em cada um dos 3 exames lhe oferecia o meu portátil (não apple) de forma a ele fazer as suas pesquizas no Age of Empires, Age o Mythology e no Minecraft, claro… E desta forma se ele conseguir lá terei que comprar um portátil novo para mim, com a desculpa de o puto ter-se portado bem na escola e aquilo que eu disse que seria contra, que disse que nunca compraria, está no topo neste momento das minhas preferências, por isso escrevo sobre este fenómeno bilionário desta marca, para ver se saco um patrocínio “mesmo não sendo uma picoca, sim finalmente sei quem é) e se colar e verificarem a legenda da foto, também me estou a “fazer” a um Iphone.

Se com uma Maçã o produto é brutal, imagino uma máquina "com um Tutti Frutti” o que poderia fazer…

NS

P.S. Para as Vossas vendas não baixarem, o "Trumpa" que não troque o seu "andoid devise" por um dos vossos...

Marketing – O Líder; O Chefe; O Deixa Andar; E a Raposa...

Pois é “Amiguinhos” agora o blog aqui do Je está mais para os discos pedidos que passam na minha rádio local, onde as pessoas ligam para lá e 95% delas pedem sempre o Tony, aqui propuseram-me relacionar Marketing com Saias e Poder, aqui está justificado o título deste post, sim “S. L. Choca” a culpa é tua se sair asneirada deste lado.

Andei na faculdade a levar com o tema da Liderança durante um semestre inteiro, que havia 3 tipos de líderes e as suas características:

Autocrático, que se pode designar por Chefe que é o tipo que anda de chicote, não confia em ninguém e só ele sabe tudo, o típico: “quero, posso e mando”.

Democrático, aquele que lida pelo exemplo e ouve a opinião da sua equipa antes de fazer uma decisão.

Liberal, aquele que não percebe nada do assunto e deixa que os outros façam por ele.

Basicamente em 5 minutos eu despachava esta cadeira na faculdade se fosse Prof. Mas temos que ouvir o que o tipo disse sobre a liderança há 100 anos atrás, e os autores de referência, e coisa e tal que não nos leva a lado nenhum, nem tão pouco nos prepara para a realidade do mercado.

O que não nos ensinam nas Universidades é as jogatanas e as lideranças “por de trás” ou “pela frente” ou como der mais jeito, “nos bastidores”, o que eu denomino de liderança da manipulação, por incrível que pareça sempre senti na pele esta “liderança” efectuada por “gajas”, atenção que não quero dar um sentido machista a esta coisa que estou a escrever.

Temos uma empresa, repleta de ovelhas e tem sempre aquela puta velha raposa que se faz passar por uma ovelha. Mesmo desconfiando e sabendo que uma raposa nunca será vegetariana, ela lá com artimanhas da putice experiência, faz normalmente o dono pastor pensar que esta raposa se irá tornar vegetariana e irá conseguirá fazer parte do rebanho.

Aliás a puta velha raposa / nova ovelha até faz de conta que gosta de comer relva só para se entrosar no seio do grupo, pois nada melhor do que conhecer o grupo e o seu líder para saber quem atacar, e nada melhor do que destruir o centro do seu poder, o denominado dividir para reinar.

Com jeito vai até a cadeia de poder e consegue por portas travessas, de salto alto e de mini saia conseguir "comer no prato" do Dono pastor, pois nada como destilar veneno em ambos os lados, se por um lado destrói o rebanho, por outro lado, vai tentar ganhar poder através do Dono pastor endrominando este também…

Normalmente elas vêm bem vestidas de todas as formas e feitios, tipo carnaval, com grandes máscaras… Vêm sempre com histórias de vida complicadas, pois tiveram problemas com filhos ou de saúde, aqui entra a parte da empatia e do ter pena…

No fim somos completamente fodidos lixados pelo rabo de saia, pois por muito que o líder do rebanho lute e nunca desarme que uma raposa será sempre uma raposa, o Dono pastor, fará com que esse líder se extinta, e o resultado normalmente nunca é o melhor, pois o cancro alastra-se e mata tudo á volta…

Moral 1 – Uma puta velha raposa será sempre uma puta velha raposa.

Moral 2 – Onde se ganha o pão não se come a carne.

Moral 3 – Quando nos damos conta e nos arrependemos, já e tarde demais e não há volta atrás.

Moral 4 – Não percebi puto do que escrevi, “S.L. Choca” não deu para mais, pois doía-me as costas.

NS

Marketing - Objectivos

Depois de ontem andar a levar com uma porrada de fotos de flores e de chocolates, acho que virei diabético e desenvolvi alergia a pólen.

Existem diferentes maneiras de atingir um mesmo objectivo. Há quem, por exemplo, opte por agarrar o que quer desde logo preocupando-se depois em proteger aquilo que passou a ser seu e quem, por outro lado, prefira fazer da imprevisibilidade a sua melhor arma para surpreender quem lhe passa a frente. 

Desta vez o texto é pequenininho.

 

Marketing – O (Des) Atendimento Serviços Públicos

Pois é a minha vida nestes últimos 3 meses levou-me a dar uns “saltos” aventureiros e a fazer com que me deslocasse a alguns Organismos Públicos (só de escrever isto já me começo a coçar).

Tive que me deslocar ao IEFP e chego lá cedo na hora da abertura, 9:30, e tenho 20 pessoas à minha frente (toma lá que é para aprenderes a sair da cama cedo, ou não…) saco o dito papelzito da maquineta, aliás o Segurança faz isso por mim, como se eu fosse um mentecapto que não sabe tirar uma senha B que diz, “Fundo de Desemprego”…

Olho para o meu número, vejo que aquilo vai demorar, saco o telemóvel e vejo que a bateria está nos 100% e digo toca a passar uns níveis no “Ab Pop” ( se puderem mandar umas vidas e uns “helps” agradecia) e lá começo a lançar bolinhas contra cores iguais. Olho para o relógio e são 10:00 e o número não muda, ainda continuam 20 pessoas à minha frente. 10:30 e as vidas do jogo terminam, pois só tenho 5 vidas e se as perder, ou pago, ou espero 30 minutos por cada vida (este efeito das apps supostamente grátis…) e o número não avança. Dirigi-me ao segurança e lá pergunto: “então que se passa” 1 hora e nada? E lá da plim… já só faltam 19.

E “numa Rajada” em 30 minutos chega ao meu número. E digo se soubesse tinha-me queixado mais cedo… Entro lá na salinha. A senhora faz umas perguntas, sobre os meus cursos ao qual respondo e lá a senhora me diz: “não temos em sistema”. Eu respondo: “coloque qualquer coisa” Não é que esteja que o IEFP me arranje emprego. Aliás estou á espera que o IEFP me convoque para uma formação na minha área dada por um formador que não é da minha área e não pesque nada do assunto (coisa difícil de acontecer…) “sim é sarcasmo”.

E lá me mentalizo e sou “mentalizado” pela M. que quer que só me dedique à tese de Doutoramento e que não quer que procure emprego, mas sim que tenho um ano para terminar. Mulheres com os seus ultimatos que normalmente têm sempre razão. E lá fico 2 meses a ir para a Biblioteca fazer a tese, ler mais do mesmo, artigos e mais artigos… E começo a trepar paredes “daí ter escrito o texto das razões para nunca escrever uma tese” e vou fazendo e enviando uns CVs para ver o que dava…

Depois de 3 entrevistas em empresas, ou melhor, depois de alguém pensar que era entrevistador, pois de entrevista não tinha nada… Lá surge uma oportunidade de fazer o que gosto, na minha área com um handicap, longe de casa, mas a muito custo e sempre do meu lado a M. lá diz para eu aceitar, pois via o desespero na minha cara de estar em casa.

E lá aceito e tenho que me dirigir à Segurança Social, para desactivar o Fundo de Desemprego. Chego as 9:00. Tenho 10 pessoas à frente e as senhas novamente começam a “ser despachadas” após as 10:00. Raio de fenómeno estranho. 10:30 sou atendido, peço para me cancelarem o Subsídio ao qual me respondem: “tem que cancelar a sua inscrição no IEFP” eu digo: “mas o que me interessa a mim é cancelar o Subsído, pois se o IEFP me convocar para algo e eu não for, automaticamente me retiram da situação de desempregado, certo?” A senhora sim, mas tem que lá ir, preencha estes formulários e vá lá. É só atravessar essa porta”. Eu para a senhora: “Mas o Vosso sistema não está interligado com o do IEFP? Se eu der baixa do meu Subsidio eles não terão acesso ao mesmo? Resposta da Senhora: “Sim, mas tem na mesma que lá ir”.

Porra não vou levar com 20 pessoas á minha frente. Vou para casa almoçar, saio de casa ás 13:00, chego ao IEFP e à Segurança Social às 13:05 e não vejo vivalma. Parece que tinha acontecido um ataque nuclear e somente as infraestruturas sobreviveram. Sou despachado em 2 minutos.

Aqui começa a “coçadeira”…

1 – Não existem desempregados à hora do almoço?

2 – Ao pequeno almoço não existem pessoas para atender os demais desempregados?

Ora bem 1 + 2 = As horas do pequeno almoço e almoço são sagradas, mesmo sendo em horário laboral para funcionários públicos…

Começo a trabalhar e tenho que me deslocar a uma Câmara de Comércio e Indústria de uma cidade. Chego aos escritórios e vejo 10 secretárias com pessoas na conversa, perdão a trabalharem… Dirigi-me à primeira senhora e pergunto quem é a pessoa responsável dos projetos de Internacionalização / Qualificação / Formação. Ao qual a senhora diz-me para eu lhe falar em português. Passo a pessoa seguinte com a mesma questão e nada. À terceira pessoa começo a perder a paciência… E digo não é por nada, mas este é um dos serviços que prestam, está no vosso site e há 3 meses deram os certificados de qualificação ás empresas, as senhoras continuam a olhar para mim como se não soubessem o que eu estava a falar.

Lá chamam o Doutor… Que me diz deixe o sou nome e contacto e se precisarmos entrarmos em contacto. Eu digo: “se eu precisar desta câmara para me ajudar a internacionalizar, decerto falirei antes de isso acontecer”… Afinal não entendo para que temos um serviço público onde não sabem o que estão a fazer, quero pensar que é por desconhecimento e não por outra coisa qualquer….

O que aprendi:

IEFP – Ir após as 10:30, se não precisarem de almoçar ir as 13:00 e serão imediatamente atendidos.

Segurança Social – Igual ao IEFP

IEFP + Segurança Social – Têm sistemas informáticos interligados que não servem para nada, pois temos que andar com papelada de um lado para o outro.

Segurança Social Direta – Só para verificar Status, pois acho que perdíamos menos tempo se pudesse fazer o que fiz presencialmente através de casa, pois o sistema está montado para isso, mas não funciona…

IEFP Direto – Exatamente o mesmo, temos um sistema informático, mas temos que nos dirigir ao centro presencialmente para tratar das coisas, como fazer um update do perfil e digitalizar os documentos fosse uma coisa do outro mundo…

Camaras de Comércio e afins – “ALGUMAS” Não ajudam as empresas em nada, e de nada sabem…

Cria-se, gasta-se, inova-se em sistemas informáticos para servir melhor o cidadão e fazer com que os serviços não bloqueiam, mas o que é certo é que estes sistemas não funcionam, pois leva-nos sempre que queremos algo a nos dirigirmos a um balcão para tratar das coisas.

Deixo duas palavras que dever-se-ia aprender que tanto se apregoa:

1 -Eficácia

2 - Eficiência

Marketing – Essência do Saber

Eu tenho 2 Ídolos na minha Vida:

1 – Meu Pai (Pescador)

2 – Minha Mãe (Empregada Doméstica)

Se ainda não perceberam eu Sou das Caxinas, de uma comunidade piscatória e estas são as raízes que muito me orgulho. E todos os sábados, levo a pequenada até ao cais da Póvoa de Varzim onde o barco onde o meu pai trabalha está ancorado. Por incrível que pareça sempre que lá vou o raio do barco sempre tem um problema.

O guincho já deve ter partido umas 10 vezes. O motor umas 20 e lá anda o meu Pai, com a quarta classe a fazer de engenheiro e mestre de máquinas, onde afinal aprendo que um faz tudo em certas profissões são uma mais valia…

Um dia chego ao cais com a pequenada, que faço toda a questão para saberem de onde vieram, de onde são as suas raízes, mas de facto vão lá para “cravar” gomas aos amigos / família Caxineira piscatória. E vejo o meu Pai a cheirar a gasóleo, e todo encharcado no mesmo, penso se ele saca de um cigarro entra em combustão humana na hora. Lá pergunto o que se passa, e ele me responde que o tubo do gasóleo rebentou e que ao abrir uma gaveta nos beliches tinha gasóleo lá dentro, ou seja, o barco tinha o seu “fundo” cheio de 2000 litros de gasóleo.

Além dos custos do gasóleo, o mestre pensa que no domingo não pode ir para a faina o que incorrerá em mais custos, por isso chama um técnico naval, que lhe passa um orçamento de 100€, e diz que resolve o assunto e passado 1 hora, vai embora e desiste e não entendo de onde bem o problema. O meu Pai lá diz: “o problema está neste tubo, temos que tirar o gasóleo e substituir os mesmos”… Mas ele só tem a 4º Classe!

Então o mestre chama um Engenheiro Naval, que fura aquilo tudo, troca tudo e mais alguma coisa e diz que: “assunto arrumado” e com um custo de 1000€. E lá se fazem ao mar. No fim de semana seguinte volto ao cais e vejo novamente o meu Pai naquela triste figura da semana passada.” Então Pai que se passa”, pergunto eu. “porcaria do tubo está furado e não em dão ouvidos, viemos para terra, pois a fuga continua”. Eu na minha inocência digo, “porra chega-lhe uma solda e resolves o assunto”. “Mas o Barco não é meu” diz-me ele.

O Mestre lá chama o Expert dos Experts. O especialista dos especialistas. Ao qual chega ao barco e dá um orçamento de 10.000€. Mas perdido por 1000€, perdido por 10.000€, queria era o problema resolvido, e lá aprova aquilo.

O Expert dá umas voltas ao barco, faz umas perguntas ao meu Pai e em 15 minutos, saca de um martelo e de uma máquina de soldar. Em 30 minutos o barco ficou pronto a funcionar e sem qualquer problema, como se de magia se tratasse!

O Mestre virasse para o especialista e diz-lhe: “porra 30 minutos e 10.000€?” O Especialista vira-se para ele e mostra o orçamento uma vez mais:

Orçamento detalhado:

– Martelada / Solda no Tubo – 1€

– Saber em qual tubo onde dar a martelada e a solda – 9.999€

“A essência do conhecimento consiste em aplicá-lo, uma vez possuído.” Confúcio

Muitas vezes o saber, as soluções podem ser encontradas dentro das empresas, mas infelizmente não lhes damos o devido valor nem as ouvimos...

 

Marketing - City Marketing / Vila do Conde / Emprego

Vila do Conde é uma cidade portuguesa do Distrito do Porto, da Área Metropolitana do Porto e da Região Norte, com cerca de 30 000 habitantes no seu perímetro urbano.

Estamos em ano de eleições autárquicas e começam os “joguinhos” nos bastidores de todos os municípios por este Portugal fora. Assistimos às ideias de quem se candidata; às ideias de quem diz que não se candidata mas se for necessário candidatar-se-á (não por ele mas pela Cidade)… aqueles “pára-quedistas” que somente aparecem aqui em Vila do Conde a 1 mês das eleições e dizem que vão fazer 30 por 1 linha, sem conhecer a realidade desta cidade… Aqueles que criticam, apontam o dedo, “maldizem por maldizer” (tipo as pessoas que vão ao futebol e criticam todas as decisões do árbitro, sendo acertadas ou erradas, filho deste ou filho daquele…) que no final nem ás urnas vão. Basicamente é tempo de vermos tudo e mais alguma coisas, (des) promessas e “Obras Feitas”.

Começo a fazer uma rápida pesquisa pela essa coisa chamada “…net” pelos partidos que irão lutar pela câmara de Vila do Conde, mesmo já se sabendo qual o desfecho da mesma, e vejo um denominador Comum, que é “Fazer Obras”! Aliás percebo que este denominador comum é intrínseco a todos os partidos de todas as câmaras…

Olhando eu para a Minha Cidade, Vila do Conde, pergunto-me ora bem 90% dos programas dos partidos para a minha cidade é “Fazer Obra”… Mas quais obras? Estradas? Fazer relvados? Festas? Desviar um prédio 5 metros mais para norte? Etc… Não estou a dizer que “fazer obra”  não seja importante, mas não deve de todo ser o “ex-libris” de toda uma propaganda política… E todo o seu mandato ser baseado em “obras feitas”… Isto de facto causa-em urticária, com tanto e muito mais que poderia-se fazer…

Eu sou um pouquinho mais apologista de além disto das “obras feitas” também se apostar em outros conceitos, como Educação, Saúde, Emprego…

Olho para a minha Cidade e temos grandes vantagens competitivas; ser uma cidade com uma enorme zona costeira; ser uma cidade que se encontra a 30Km do Porto; Porto foi considerado o melhor destino turístico da Europa, temos um Metro e excelentes redes rodoviárias que nos ligam ao Porto e a outras cidades, como Viana do Castelo, Braga, Guimarães, Barcelos, etc… Temos / Tínhamos uma excelente zona industrial, depende do conceito e do sentido de aventura de cada uma “China Town” ou “Zona Industrial de Mindelo”; temos Monumentos, excepto os que estão encerrados, bons restaurantes, e acima de tudo um POVO ÚNICO; pois somos simpáticos, acolhedores e genuínos.

Neste texto somente farei menção ao emprego e criação do mesmo, as restantes temáticas ficam para outros textos…

Como sempre disse, aliás alonguei-me em demasia pelo facebook a dizer que a Tesla nunca viria para Vila do Conde, o que infelizmente veio a comprovar-se a semana passada, como não virá para Vila do Conde nem tão pouco para Portugal, irá sim, abrir uma concessionária para vender as suas viaturas…. Em Lisboa! A Próxima será provavelmente no Porto! O que me remete para um dos pontos que todos os partidos falam e nada fazem e que muito necessitamos, EMPREGO!

Conforme mencionei anteriormente temos uma excelente zona industrial e empresas fantásticas, ver caso da Imperial, (chocolates minhas queridas leitoras); Ach Brito, dos melhores sabonetes do mundo, Probos, Hb Fuller, Nanium (ou não sei qual nome terá agora pois foi novamente vendida), entre outras…

Que quero dizer com isto? Que em vez de nos focar-mos em empresas “utópicas” devemos centrar em atrair PMEs para a nossa cidade, e apoiar as empresas que já cá temos a Qualificarem-se; a Certificarem-se a Internacionalizarem-se… pois nem temos fundos para isso nem nada; FSE; FEDER; Norte 2020, etc… Sempre são 45% de apoios a fundo perdido. Ao atrairmos PMEs conseguimos ser competitivos em relação ás demais cidades, pois estamos bem localizados, temos o Porto de Leixões aqui “á mão”… Desta forma é criar uma relação estreita entre: Empresas / Município / Associação Comercial Vila do Conde e com isto serem as 3 entidades pró-activas nos seus projectos. Se não atrairmos investimento ao menos podemos melhorar o tecido empresarial que temos, acreditem que as empresas querem é melhorar e acima de tudo VENDER mais…

Temos muitas empresas em Vila do Conde com enorme potencial de Exportação, mas que não o fazem, por não conhecer os mercados, por não ter um departamento de internacionalização pois torna os seus custos fixos elevados, ou por medo… Daí a opção pela Associação Comercial de Vila do Conde, mais o Município de forma a ajudar estas empresas a enquadrar a sua internacionalização em fundos de apoio, de forma tornar a sua internacionalização mais efectiva e sem comportar enormes custos. Com conhecimento em 38 países temos ajudado outras cidades e associações e empresas em missões externas em busca de clientes e os resultados têm sido extremamente positivos.

Mas temos um Handicap em Mindelo. Pois temos uma Zona Industrial “carregada de chineses”, temos a maior comunidade chinesa de Portugal, onde ir a esta, tornou-se uma aventura, pois de facto mete medo lá colocar os pés… Por outro lado, porque não investir em dinamizar a mesma, e tornar um ponto turístico com o slogan “Vá a China cá dentro…” Só para dizer que algo tem que ser feito pois corremos o risco de qualquer dia as poucas empresas que ainda lá estão, fugirem de lá e deslocarem-se para outros lados…

Aproveitando ainda a temática de geração de emprego, porque não dinamizar-mos o nosso turismo? O Hotel Santana, O Hotel Vila C e o Hotel Brazão decerto agradeceriam… bem como os demais Bed and Breakfast que têm vindo a abrir nestes últimos anos… Também os Restaurantes decerto vos aplaudiriam… Bem como os desempregados que seriam contratados também…

Já agora também aproveitariam esta deixa do turismo para ir de encontro ao vosso programa das “obras feitas” pois ao dinamizar o turismo, iríamos decerto precisar de mais hotéis, agradece o Mosteiro em se tornar uma pousada, pois espera à décadas que peguem nele e o transformem em algo, pousada, remodelação e servir de centro turístico (o que ele “mosteiro” e nós Vila Condenses não queremos é que entre em colapso), ou o velhinho Palácio Hotel que deveria ser convertido em lar de idosos desde 2012 e até agora…., sim aquele que está na esquina do centro de juventude, ou a casa antiga uns metros mais á frente deste “Palácio Hotel” onde antes era uma creche, está à espera que se faça algo, finanças, hotel, What Ever… parado e abandonado como muitas coisas em Vila do Conde é que não servem a ninguém…

Temos outra vantagem que mais ninguém tem, chamada Caxinas, e pescadores… Sim a maior comunidade piscatória de Portugal. Que na sua maioria ou está emigrada a pescar em outros países ou estão em casa pois os barcos ou excederam a sua cota de pesca, ou entram em época de defeso. Porque não dinamizarem este sector e o agregam ao turismo? Porque não fazem turismo aproveitando a nossa costa, o nosso mar, e os nossos barcos, providenciando aos turistas uma oportunidade única de virarem pescadores por um dia, e irem á pesca num barco que está ali parado / encostado ao cais? Pegam-se nestes turistas, eles têm uma experiência com os NOSSOS pescadores e o que pescarem, fazem umas parcerias com os restaurantes e confeccionam o que eles pescarem, aproveitam e “dão uma volta” pela nossa costa… Os pescadores agradecem pois recebem por virarem “guias turísticos” na sua profissão…

Temos um passeio da praia muito mal aproveitado e em minha opinião mal executado, pois não é nada mais nada menos que alcatrão, muitas vezes confundindo onde termina a estrada e começa o passeio… Poderíamos olhar para os nossos vizinhos e ver o que eles fazem de bem, como o passeio da praia, e não o seu ordenamento de território, pois aí temos uma grande vantagem comparativa. O nosso passeio da praia só atrai pessoas no verão, pois andar nele no inverno, é uma aventura, pois a luz é exígua, e os “bares” das barracas, que somente são colocados e abertos durante 3 meses são de facto muito “feínhos”. Isto a Póvoa de Varzim faz muito bem, pois tem Bares bem conseguidos, bonitos e abertos o ano inteiro, fazendo com que o seu passeio seja muito apreciado e frequentado por visitantes.

Continuando na senda do turismo, temos o monte de Bagunte com uma Citânia, que quase ninguém sabe que ela existe? Pois eu fiquei a saber pois estive a fazer os buracos e as estacas por aquele monte acima… Como O Castro de São Paio, sim aquelas escavações também andei por lá tipo Indiana Jones e por outros colegas que também queriam ser arqueólogos…

Ei mas eu sou lírico, doido, louco… mas os loucos foram os que ousaram… foram os que inovaram… foram e são os que a história se lembra e lembrará…

As festas da cidade foram muito bem dinamizadas e atraem pessoas, “as luzes voltaram-se a ligar” após muito tempo desligadas, mas nem só de festas e de obras, vive o povo…

É necessário “outros” voos, outras ideias, “outras obras feitas”…

Sei que para mim é fácil falar pois não “estou por dentro” do que se passa, sei que o dinheiro é escasso e sei que temos que apertar o cinto e não é possível fazer mais, com pouco, mas sei que para mim os melhores marketeers foram aqueles que com pouco fizeram muito.

Ei mas o que é que eu sei… pois… “só sei que nada sei” …

NS