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Mishmash Marketing

Basicamente é "uma mixórdia de temáticas" de Marketing!

Mishmash Marketing

Basicamente é "uma mixórdia de temáticas" de Marketing!

Marketing - Escrita Blog

Afinal porque escrevemos?

Porque fazemos blogs?

Porque temos milhares de “blogueiros”

Fará isto tudo parte de uma estratégia de marketing?

Basicamente escrevemos para vender. Tudo que escrevemos serve de uma forma directa ou indirecta de vender uma ideia, marcar uma posição, estar a favor deste ou daquela opinião, etc.

O que é certo é que tudo que escrevemos tem um propósito senão porque haveríamos de o fazer?

Então, uma das principais coisas que todos nós que escrevemos devemos fazer para aumentar as nossas vendas de palavras, ou criar outros tipos de conversões na internet, é desencadear emoções através da escrita. Temos e devemos criar um forte desejo nas pessoas, fazendo que elas tomem atitudes impulsivamente e nos lêem.

Há “especialistas” em internet que não devem gostar de ouvir isto, mas a tal escrita digital não existe. Existe escrita, e ponto. O Escrevemos porque sim e porque não.

O Marketing lá nos vem contrariar a dizer que as boas regras de escrita on-line deverão ser diferentes da escrita off-line, mas para mim escrever é escrever, e não ligar ao que esses especialistas nos tentam vender. Uma vez mais fica aqui implícito que estes “especialistas” escrevem porque nos querem tentar vender a sua escrita, nos querem persuadir a enveredar pela sua escrita, pelo o que defendem…

Escrever num blog não é nada mais nada menos do que termos preguiça de pegar numa caneta e escrevermos numa folha de diário. Pois esse diário não será lido por tudo e todos, escrevemos em blogs pois queremos que comprem, respirem e vivem aquilo que escrevemos.

Penso no que escrevo agora aqui no mundo digital e pergunto-me se fosse a escrever isto numa folha o que mudaria? NADA!

Se me perguntarem se escrever um anuncio, num twitter aqui claro que teria que mudar o que escrevo pois estou condicionado pelos carácteres a inserir nesse post.

Voltando então ao princípio, a escrita que funciona online é muito parecida com a que funciona offline. As boas práticas que os redactores do marketing directo sistematizaram ao longo de décadas, registando e analisando as respostas efectivas dos potenciais clientes às suas cartas, anúncios ou mailings, continuam a ser eficazes no contexto online.

A TI QUE VENS: Para que conste aqui bem explícito neste bloco comprido, mesmo com os silêncios na retórica, não sou de perder tempo com miminhos, só escrevo. Esta é a única forma que conheço para mimar quem quero. Leste bem, escrevo para ti que vens.Mas eu não perco tempo com miminhos. Na frase anterior mostro-te a outra forma de dizer a alguém que me importo muito. Mas existem coisas que a gente escreve porque sim, outras dizemos porque não. Nem tudo o que se escreve serve a finalidade pretendida. Nas minhas frases existem milhões de erros crassos, quase tão rudes como o meu instinto laparoto que me faz ser como sou. Chamem-me burro, parvo, pouco me rala. Não sei ser de outra forma, só desta. Nem sempre mostro tudo o que quero dizer. Nem sempre digo o que quero mostrar. Se me olhares sem VER verás que existe uma partícula em mim sem mutação, a lealdade de quem se importa muito. Sinto a tua dor pelo esboço onde o silêncio nos recorda que aqui estamos. Se o meu abraço aí chegar inteiro, esmaga-o contra ti sem piedade. É nesse exagero que abraço quem mimo.Para que conste aqui neste caderno comprido, escrevo sem artifício num pensamento que se desdobra em catapultas quando te escrevo com erros. Sempre com erros. Milhões de erros mais, muito mais erros houvessem e eu erros daria. Não sei sentir de outra maneira. Só desta. Nestes parágrafos erróneos, encontras o mistério dos meus actos. A única forma que sei mimar quem vem cá...

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