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Mishmash Marketing

Basicamente é "uma mixórdia de temáticas" de Marketing!

Mishmash Marketing

Basicamente é "uma mixórdia de temáticas" de Marketing!

Marketing - Ambiente de Trabalho

 Fonte: http://www.setesys.com.br/wp-content/uploads/2012/06/RadioCorredor.jpg

Nós seres Humanos sempre olhamos para o céu e víamos os pássaros lá em cima a voar e pensávamos que nunca o conseguiríamos fazer, mas nada nos demoveu de fazer aviões e foguetões que nos passeiam pelos céus de país em país e até fomos à Lua.

Olhamos para uma avestruz ou uma chita e pensamos como estes animais correm tão rápido, como gostaríamos também de ser assim tão rápido, mas tal não era possível, até desenvolvermos carros que atingem 400 km/h.

Nós Seres Humanos afinal se quisermos e trabalharmos para tal, conseguimos atingir e fazer coisas que antigamente julgávamos inatingíveis. Se conseguimos ir até ao céu a 10.000 km de altura e viajar de país em país, se conseguimos ir até à Lua, decerto poderemos se quisermos conseguiremos alcançar um entendimento, uma compreensão, uma relação interpessoal no ambiente de trabalho mais harmónica, mais eficaz, mais feliz?…

Se pensarmos um pouco, passamos mais tempo na nossa empresa do que em nossa casa.

Se pensarmos um pouco passamos mais tempo com os nossos colegas de trabalho do que com a nossa família (tempo efectivo sem a hora do sono).

Se pensarmos um pouco porque é que a maioria dos ambientes das empresas “são um clima de cortar à faca?”.

Se pensarmos um pouco porque é que na empresa em vez de se viver em Paz, vivemos num ambiente de guerra iminente?

Caros amigos lembremo-nos da “rede de trabalho” em que estamos envolvidos, todos fazemos parte da mesma “teia”… Mas infelizmente isto não acontece.

Fomos à Lua, tornamos a Aldeia Global mais pequenina pois encurtamos as distâncias quer através de aviões, quer através da internet… E não conseguimos deixar de lado as intriguinhas, a inveja, o olhar para o outro por “cima do ombro”…

Ok, nem todas as empresas podem ter as condições e ambiente de trabalho como a Google mas podemos nós, empresas fazer com o orçamento disponível um melhor Habitat para todos os que fazem parte da organização.

O Ambiente de Trabalho é um jardim a germinar sementes, se estas sementes forem crescendo em boa convivência, decerto trará bons frutos, boas ideias que acarretará a um crescimento. Mas se imperar a intriga e a mesquinhice… deste ambiente nascerá decerto em vez de flores, ervas daninhas…

Um dia um casal de agricultores comprou uma ratoeira, e foram colocá-la para apanhar os amigos roedores, o Rato ao ver tal coisa foi-se queixar à Galinha.

Como a ratoeira não afetava a galinha, esta mandou o Rato dar uma volta.

O Rato com medo lá se dirigiu ao Porco, e este no recanto do “lar” dele disse que era grande demais para caber na ratoeira, logo o Rato é que estava em apuros.

O Rato não satisfeito foi-se queixar à Vaca, esta no seu repasto, disse que iria fazer uma oração para o Rato.

Um dia a ratoeira lá apanhou algo, e a mulher do agricultor ao ir ver qual tinha sido a presa da ratoeira, deparou-se que a mesma tinha apanhado a cauda de uma cobra. A cobra mordeu a mulher do agricultor onde destilou o seu veneno.

A mulher do agricultor ficou doente e nada melhor para quem está doente do que uma canja de Galinha.

Mas a mulher com a canja continuava a ficar fraca, o agricultor para dar forças à mulher matou o Porco para a alimentar mas mesmo assim a mulher não sobreviveu.

No funeral o agricultor para alimentar todas as pessoas que vieram dar os pêsames por tal tragédia, matou a Vaca para alimentar todas aquelas pessoas.

Afinal o problema não era só do Rato mas sim de toda a Quinta.

Lembre-se que numa Quinta/ Empresa / família: O problema de um é problema de todos.

P.S. (fábula do rato adaptada)

Marketing - Os Manuais Escolares

 Fonte: https://1.bp.blogspot.com/-vieKF_2wZUI/TyX4eKtDtgI/AAAAAAAAAK0/jUcji0KMuhg/s1600/mochila+pesada.jpg

Na Constituição Portuguesa afirma que a Saúde, a Segurança e a Educação são objecto gratuito por parte de Portugal, ou seja, o nosso país, estado de direito e social, a educação e a saúde deveriam estar assegurados gratuitamente aos seus cidadão eleitores.

Desde que eu era pequeno e entrei para a 5ª classe, 1989 vem-se dizendo e reivindicando que os manuais escolares deveriam ser gratuitos para a população eleitores, e eis que passados 27 anos este assunto regressa à ribalta da programação política e o novo Ministro da Educação diz que os livros serão gratuitos, mas ainda não percebi muito bem como, onde, e a quem se destina.... Ok serão gratuitos. Mas como? Onde? A quem? Perguntas básicas que cada pessoa coloca, mas uma vez mais as respostas se existem são evasivas, ficando o cidadão eleitor sem saber como a "geringonça" irá funcionar...

Desde que era pequenino logo no início do ano lectivo os professores faziam uma listagem de materiais que eram obrigatórios levar para a escola bem como os manuais adoptados que se tinham que comprar, a pobre da minha mãe começava logo a fazer contas à vida pois com dois putos com a diferença de idades de 1 ano, e o orçamento familiar reduzido, esta conta para a escola x 2 era um pouquinho exorbitante.

Mas teria que comprar pois além de ser obrigatório levar todo o material para a escola, quem não o levasse apanharia com uma falta de material, e à 3ª falta, aconteceria algo que já não me recordo. O que mais me estranhava naquele processo todo, andando eu um ano à frente da minha irmã.  A minha mãe mesmo assim tinha que comprar livros para a minha irmã, quando facilmente poderia ficar com os meus, pois a matéria era a mesma, e os livros também, mas tal NÃO era possível e eu pequenino nunca entendi porquê, aliás continuo a não entender, mas tenho algumas ideias...

Ora vejamos, o mercado dos Manuais são liderados por 2 editoras; LeYa e Porto Editora, e meus amigos estamos a falar de um negócio de mais de 200 de milhões de Euros por ano.

Se por um lado as famílias levam um rombo no seu orçamento no início de cada ano lectivo, por outro lado as costas da pequenada leva outro rombo, pois levar mochilas com toneladas de papel às costas não é de todo tarefa fácil, o que remete a família a novos gastos em ortopedistas para colocar a coluna da pequenada em condições.

Os livros por si só já são caros. Mas outro factor que encarece os livros são as acções de marketing levadas a cabo pelas editoras, as ofertas, as promoções junto de agrupamento de escolas e professores (mesmo sendo ilegal) tornando este "produto final" ainda mais caro para os nossos bolsos, cidadãos eleitores.

Mesmo sendo ilegal, as editoras oferecem às escolas, sem "condicionalismos" quadros, lápis, computadores, folhas, como um meio de "marketing social" ... nada  ver com a condição eu ofereço-vos isto mas não se esqueçam de quando começar o ano lectivo colocar os nossos livros como "obrigatórios".

Em países da Europa do Norte como Suécia, Finlândia, Noruega, etc... têm programas escolares de troca / empréstimo de livros, e os resultados de sucesso são visíveis, e os bolsos dos pais agradecem...

Cá com os resultados escolares muito parecido aos destes países... com um salário mínimo muito parecido aos destes países... Com uma ética social muito parecida aos destes países... não funciona. Não dá não se usa...

O que é mau nós normalmente importamos de outros países, o que é bom normalmente fazemos de conta que não vimos, ou andamos "distraídos"...

Finalizando a culpa não está só nos lobbies das editoras a culpa está na sua maior parte nos cidadão eleitores.

Pois fiquei completamente abismado, quando se inquiriu os pais que muito se queixam que o salário não dá no início do ano lectivo, os pais que dizem que orçamento familiar em setembro é muito complicado, pois os manuais são caros bem como os demais materiais, e ainda mais quando têm mais do que 1 filho, etc...

O que mais me surpreende é que com todos estes "SENÃOS" 94% dos pais preferem comprar manuais novos para os seus educandos, em vez da opção de transitar de um ano para o outro, ou a escola emprestar manuais usados...

Pois... Os países do Norte são mesmo Sub-Desenvolvidos...

E afinal, qual deveria ser o preço justo para um manual escolar?

NS

 

Marketing - Comida de Autor

Fonte: http://www.receitasgourmet.com/wp-content/uploads/2014/12/receitas-gourmet-vieiras-grelhadas-com-rucula-pessego.jpg

As maiores obras de arte que foram feitas surgiram a partir de um canvas em branco, ou seja, um quadro em branco. O artista cria arte a partir do branco, e não de uma tela meio pintada. No marketing funciona da mesma forma, mas as pessoas não entendem isso.

O marketing e a arte estão muito conectados, já que ambos possuem o intuito de provocar emoções nas pessoas. O grande objetivo de quem cria produtos é chegar ao estado da arte, que seria um estágio em que o produto consegue ser belo, útil e prático.

Nos dias de hoje uma das modas que me irritam intrigam é de facto os Restaurantes com Estrelas Michelin e a denominada “comida de autor”, pois com os programas de TV este tipo de comida “está na berra” e cada vez mais são os Cozinheiros “Chefs" que procuram a glória de encontrar a comida saborosa, bela, prática… 

Os denominados Cozinheiros "Chefs" pois até o nome da pessoa que confecciona comida mudou para algo mais "chique" pois cozinheiro é muito brejeiro... daí o termo Chef... Mas uma coisa é certa, tentar marcar uma mesa num determinado restaurante com este tipo de gabarito de Estrelas Michelin é de facto muito complicado, pois estão cheios de clientes, à espera de comer estas "obras de arte".

Este tipo de negócio cresce a olhos vistos e cada mais fractura factura na nossa sociedade, e dizem que ainda existe crise... O negócio das Estrelas Michelin dizem que coloca Portugal no roteiro de destinos apetecíveis, eu a pensar que era pelas nossas belas gentes, pelas nossas belas praias, serras, campo, simpatia, mas afinal estou enganado, é pelo prato gigante que nos colocam à frente com um "kiko" de "comida" pela qual vamos pagar um absurdo de dinheiro...

Ora dissecamos vejamos um exemplo: Restaurante Il Galo D’Oro, do chef Benoît Sinthon, logo aqui temos um discurso diferente para a malta, o nome do restaurante "meio cor de rosa" e claro um nome de um Cozinheiro Chef com sotaque franciú... Nota a ter em conta: Nome Pomposo de restaurante e nome de Cozinheiro Chef "estrangeirado". Deixa-me espreitar o menú: ora bem temos para hoje o "CARABINEIRO PORTUGUÊS" mas... Carab (quê)? Que é isto? Vou ver a tradução em Inglês já que isto do novo acordo ortográfico é complicado para mim e vejo: "PORTUGUESE SCARLET SHRIMP". Ahhhh, Camarões, porque não disseram logo? Eu no lugar do camarão não admitia que me chamassem nomes. Preço: € 54,50.  Juntarmos uma sobremesa (a mais barata): "FAVA PAIXÃO DE CHOCOLATE" Preço 15.5€. Quanto ao beber? Melhor ficar pela água mesmo... 

Isto tudo somado dá a módica quantia média de: 75€ / Pes. Se for para levar alguém num primeiro encontro e no final não fizer um "touch Down", fica cara a noite...

Eu quero pensar que isto do Marketing das Comidas de Autor, têm também uma componente educativa linguística pois para se frequentar um restaurante destes, tem-se que no mínimo saber 3 línguas, desta forma acho que antes de se entrar neste tipo de estabelecimento temos uma acção formativa de 25h...

Ou que a comida não é para "ser comida", mas sim, escolhe-se o que "se quer comer", depois a moldura, e tudo é colocado em um quadro para pendurar na parede de casa.

Eu deveria escrever um texto pequeno, cheio de design, cheio de rúculas e cenas verdes (pois quando penso em comida gourmet, vem á ideia sempre o verde...) de acordo com o tema, mas em vez disto prêmio-vos com um texto "tascoso"...

Pois eu sou uma pessoa que gosta de tascos, gosta de restaurantes em que o nome não seja pomposo, tipo "Tia Aninhas" ou "Bar da Lota" ou "Badalhoca", talvez porque a minha carteira consegue suportar estes restaurantes / tascos, talvez porque eu goste de ouvir um palavrão mais alto aqui e ali... Talvez porque gosto que a empregada venha ter comigo e me diga, com "esse tamanho o Corpo não se alimenta de ar" rape o fundo do tacho e me coloque outra patrada...

De certeza que gosto de frequentar estes restaurantes / tascos, pois gosto que a minha comida seja confeccionada por uma Cozinheira(o).

P.S. Em vez de vos premiar com um texto curto em que vos iria cobrar umas centenas de euros, levam com estas palavras "tascosas" gratuitamente.

NS

 

Marketing - Razões para Nunca fazer uma Tese de Doutoramento

1 - Este é o tema da minha tese: “The Digital Marketing in Social Networks and its impact on the Creation / Co-creating of value in Political Participation”. Só de olhar para o tema uma qualquer outra pessoa assusta-se e fica-se pela capa da tese. A vontade que dá é escrever o tema e logo de seguida escrever:

R: YES.

Tese feita…

2 - Who Cares? Se o tema já por si é motivo de ficar pela capa, tirando eu que fiz e refiz esta trapalhada toda, a minha orientadora que também me obrigou a refazer tudo uma e outra vez, quem mais é que irá ler esta tese? O comité científico? Se for como a minha tese de Mestrado que não a leram, porque iriam ler esta com o triplo de páginas?

3 - A Tese de Doutoramento é muito cientifico-académica, em que tudo o que se escreve tem que estar sustentado por um autor de referência. Em cada parágrafo temos uma citação a um qualquer autor. A bibliografia fica quase tão extensa como a tese em si. No final se eu terminar isto, haverá um exemplar na biblioteca da universidade, um exemplar em minha casa, e um para cada do comité científico, todos os exemplares darão um bom adorno numa qualquer prateleira a ganhar pó.

4 - O acto de ficar profissional em reescrever o mesmo assunto 20 vezes, pois nunca está bem. Quando comecei a escrever a minha o facebook tinha 800 mil subscridores, passado 1 ano lá estive que ir mudar pois passou a ter 1 bilião, passado mais meio ano, 1 bilião e 200, neste momento tem cerca de 1 bilião e meio, e ando assim sempre a mudar e refazer as coisas à medida que vão evoluindo.

5 - Adquire-se novos gostos musicais que pensávamos que nunca iríamos ouvir isto ou aquilo, pois passado tanto tempo ficamos fartos de tudo que antigamente gostávamos de ouvir e passamos a ouvir o que supostamente odiávamos pois 8 horas em frente ao PC… DAMM!, eu comecei a nutrir um gosto especial por música pimba portuguesa e música pímba brasileira (para ver se acerto com a escrita segundo o novo acordo ortográfico).

6 - Escrevemos segundo o novo acordo ortográfico, mas como não sei escrever, opto por a fazer em inglês, o que me consome 3 vezes mais tempo, do que se a fizesse em Português do “Brasil”. Ainda tentei colocar o G. de sete anos a ler isto e me corrigir o português mas ele não foi na cantiga.

7 - A distância da família, pois nunca recuperamos este tempo que poderia ter passado com os filhotes, e com toda a família em geral, pois mesmo estando cá, não estamos… Pois estamos num outro mundo, estamos no “mundo académico” … eita mundo assustador.

8 - Eu deveria me sentir um génio, um super, hiper intelectual por estar a fazer algo tão científico, mas de facto sinto-me o oposto, um “kadito” burrinho, pois as minhas escolhas literárias são tudo que tenha a ver com Valor, Redes Sociais, Política, muito redutor para a minha inteligência. Mas com a esperança disto terminar com a tese, pois quando terminar não quero nem ouvir nem ler mais um artigo sobre esta temática (valha-me os livros que leio à noite para adormecer o G. e o L. o principezinho, o Harry Potter e a Alice no País das Maravilhas).

9 - Os meus amigos não me ligam nenhum, eles falam de gajas, de carros e futebol (sim homens que fazer…) e eu somente sei falar de 1 gaja que é a minha orientadora, do meu carro pois são 6 horas de viagem ida e volta para a universidade, e não tenho tempo para ver futebol, logo a minha opinião não interessa para eles, visto eu ser um “tonto” que não sabe o que se passa.

10 - Sinto que me estou a tornar em um Chato de Primeira, pois como, vivo e respiro “aquilo” aquela temática que assombra os meus dias e que aterroriza os meus pesadelos, basicamente é um pesadelo 24 sobre 24.

11 - Eu já não cuidava muito de mim, mas neste momento ainda pior, pareço um desalojado, pois a roupa é sempre os fatos de treino (não para treinar pois não tenho vontade de correr, coisa que gostava de fazer no passeio da praia) a barba torna-se parte do cabelo, das orelhas, enfim nascem pelos em partes do corpo que nunca pensávamos ser capaz. As unhas tornam-se armas brancas, pois acho que consigo matar alguém com as minhas unhas, dado o tamanho abismal que elas têm.

12 - Pareço um senhor(a) de 80 anos, aliás eu acho que um qualquer senhor(a) tem melhor postura do que eu e queixa-se menos de dores do que eu. As minhas costas estão feitas num 8, o meu rabo está quadrado, já não existem relaxastes musculares que resultam, nem as massagem da minha fisioterapeuta que tanta porrada me dá nestas costas, penso que fico paraplégico com tanto estalos que esta coluna dá às mãos e aos pés dela.

13 - Ai a Vida… os filmes, o teatro… o que é isso? Pois o meu canal de eleição neste momento passa a ser o RTP Memória e o Canal Hollywood, para verificar o que perdi.

14 - A Orientadora, esta passa a ser a minha segunda mãe, mulher, e tudo gira em torno desta “Deusa”, pois é dela que dependemos para terminar todo este pesadelo, e é ela também o nosso pior pesadelo, manda fazer e refazer a mesma coisa vezes sem conta, mesmo tendo sido ela a pedir para fazer o que foi refeito 10 vezes, mas a culpa é minha… Arranjar um horário ou um encontro com ela torna-se tarefa quase impossível, e quando se consegue é para “levar nas orelhas” pois levar um elogio está fora de questão… Um gajo pensa, que estou aqui a fazer… sou mesmo burro, e recomeça a fase de pensar que a nossa capacidade está destruída. S#$%T.

 

Mas como não sou de desistir e esta caminhada já começou há alguns anos, só há um caminho, em frente, mal por mal, isto está 50% feito agora é só terminar os restantes 50%.

Embora lá regressar aos artigos pois já perdi 38 minutos a escrever isto, quando neste tempo já poderia ter lido uns 3 artigos da especialidade…

NS

Marketing - O Multifacetado

Fonte: http://conceito.de/wp-content/uploads/2013/07/multifacetado.jpg 

Sempre disse que o bem mais precioso que uma empresa tem são as Pessoas mas são também estas o bem mais complicado de se gerir. As pessoas não são como as máquinas com a sua linguagem binária, são muito complexas, pois são providas de pensamento, razão, sentimentos, linguagem, etc…

A máquina não falha, quem falham são as pessoas. Se a máquina falha a culpa é de quem a fez, logo a propensão de falhanço está ligado ás pessoas, mas sem pessoas não existem empresas, as empresas são as pessoas que lá trabalham.

Como em todas as empresas, focando em Portugal onde a maioria das empresas são pequenas e médias empresas, uma pessoa, ou as pessoas são obrigadas a fazer e saber um pouco de cada uma das coisas que passam nos diferentes departamentos, os denominados “apaga fogos” e quantos fogos eu apaguei… e por causa disto quantas vezes me queimei…. tirando este á parte adiante…

Aqui estou para falar das pessoas multifacetadas nas empresas, “Eu sou autónomo”, “eu sou auto-suficiente”, “eu consigo-me desenrascar, sou uma pessoa inteligente”, “se estudar umas coisas depois consigo fazer tudo à minha maneira”, “eu não preciso de ninguém” o FAZ-TUDO!…

Numa primeira análise isto deveria ser bom, e qualquer empresa gostaria de ter um profissional destes, o problema é quando temos uma pessoa destas, as outras denominadas de “chicas espertas” ou as “putas velhas senhoras com mais tempo de casa” aproveitam-se destas pessoas para encontrarem nelas os seus escravos, largando tudo para elas e quando algo corre mal, sempre têm aquele bode expiatório para culpar. Pois normalmente ficam na empresa pois sabem como esta funciona, a quem dar a “devida graxa” aquelas pessoas que mais provocam conflitos e nunca têm culpa.

Mas também temos por outro lado o Patrão sabe tudo…Uhhh errado! Mesmo com gestores brilhantes, quem sabe melhor o que se passa na empresa e possivelmente nos mercados são os empregados mais baixos, são eles que andam pela empresa, são eles que comunicam com os clientes e fornecedores, fazer decisões de marketing sem ter esse conhecimento é arriscado, dai ser sempre importante ter um contacto saudável e permanente com todos os níveis da organização.

Ou seja ninguém é capaz de fazer tudo, porque ninguém sabe tudo mas tenta-se, ainda mais nas pequenas empresas pois têm um orçamento limitado e o trabalho de 10 é distribuído por 3 e assim se vai aguentando o “barco” tentando levá-lo a bom porto. O mote é trabalhar em Equipa pois ninguém consegue fazer tudo sozinho, delegar… Mas é tão difícil este termo “delegar” não entendo porquê, mas as gerências têm uma certa dificuldade em delegar, contratam uma pessoa para determinado departamento e depois querem controlar, não sabendo que o controle é impossível de ser feito, se uma pessoa precisa de ser controlada, então é sinal que não se confia, logo que faz essa pessoa na empresa? Ou se confia ou não se trabalha com essa pessoa.

Na cadeia de Valor de Potter, o que comunicamos ao mercado é como uma corrente e a força da corrente equivale à força do seu elo mais fraco. Então nós temos que ter textos de alto nível, vídeos de alto nível, gráficos de alto nível se quisermos transmitir uma imagem de alto nível, uma imagem profissional. Agora se um “alto nível” cai para fraco, toda a corrente “cai por terra”.

A criação de um faz tudo pode trazer um elo fraco e toda a cadeia “cai por terra”, e o valor que queríamos transmitir ao Mercado afinal não é “de alto nível”.

Um faz tudo normalmente é um ser isolado, não cria networkings, pois é consequência do que foi atrás descrito. Se a primeira análise é má, esta ainda é pior.

O maior bem que uma empresa tem é, criar relações, conhecer pessoas, trocar experiências, criar mútuas dependências, só assim ela anda para a frente e evoluiu.

Então pensas que sabes fazer tudo, e até podes fazer tudo bastante bem feito por experiência própria fica pelas tarefas que te são designadas, pois na dúvida, e quando existe um seres, tudo recai sempre no faz tudo, mesmo este sendo um bombeiro dentro da empresa.

As empresas querem que as pessoas façam um pouco de tudo e um pouco de nada, ou melhor, gostam que as pessoas aparentam fazer muito quando no final não fazem nada…

Eu sou apologista de ter pessoas multifacetadas em uma empresa pois se alguém falta devido a algum problema sempre temos alguém que a pode substituir e a empresa não parar, mas as empresas querem e não querem este tipo de pessoas, pois são vistas e olhadas como alguém que quer tirar o lugar de outro, que se está a meter no trabalho de outro, e quem tem medo que alguém se “meta no trabalho de outro” é porque tem algo a esconder.

Uma organização tem que ter mente aberta e receber estas pessoa que querem é dar o seu contributo a uma empresa e ajudar a mesma a crescer e com isto crescer com a organização, e nos dias que correm ainda mais que nunca precisamos de pessoas destas.

Mas uma coisa vos digo se tiverem dúvidas no que concerne ao que a empresa pensa sobre este tipo de pessoas, falo da gestão de topo e mais ainda dos colegas de trabalho, remetam-se às vossas funções e não tentem apagar fogos dos outros, pois no final vocês que quiseram ajudar, que quiseram não queimar o colega, são quem mais chamuscado sai desta toda história.

NS

Marketing - Atendimento / (Des) Atendimento

Fonte: https://pbs.twimg.com/media/B6hxQxjIQAA60qd.png

Um dos elementos fundamentais que eu prezo na minha vida profissional é o valor que dou a atender pessoas, sejam elas de onde forem, o atendimento para mim é algo fulcral numa empresa.

Muitas vezes as minhas escolhas sobre marcas e serviços recaem sobre como fui atendido na loja A ou B, desta forma eu também primo por esses princípios de bom atendimento, seja na escola, na empresa, em casa em qualquer lado, pois um bom atendimento não deveria ser obrigação, um bom atendimento é uma coisa básica, que deveria estar instrumentalizado em qualquer organização.

Um bom atendimento ao cliente vai muito além de ser bem-educado. Assim como ser honesto, tratar bem os clientes não é um diferencial, mas sim uma obrigação de qualquer pessoa que quer fazer de sua empresa um sucesso.

E não se engane: a captação de novos clientes tem tudo a ver com o bom atendimento que a sua empresa presta hoje. Mas eu pergunto se todos nós sabemos isto, porque é que uma coisa básica simplesmente na vida real não acontece? Porque é que isto só fica bem aqui no papel?

Uma empresa de garagem começa a contactar todos os seus clientes e conhece-os de ponta a ponta, sabendo tudo sobre eles, mas essas empresas não querem ficar na garagem, e a empresa cresce. Departamentos são criados. Compras de outras pequenas empresas são realizadas e a confusão começa a se “agigantar”, a burocracia expande-se, engolindo tempo e recursos. E os primeiros sinais de desgraça surgem no horizonte…

Quando um cliente entra em pânico com um determinado produto e ou serviço a primeira coisa que faz é ligar para uma linha de apoio ou se dirigir à loja onde adquiriu o mesmo, aqui começa a desgraça…

O Chefe de topo lá em cima, O Deus, lá no seu “Olimpo” cria métricas, cria rácios de atendimento, normas, regras e um montes de coisas para antecipar qualquer problema que possa aparecer e nomeia alguém, normalmente alguém parecido com ele para supervisionar tudo isto e remetesse novamente para o seu recanto lá em cima pois existem regras e um monte de controlo e pensa que “agora sim a coisa vai dar certo” mas o que acontece é que todos esses mandamentos medem eficiência e não eficácia e as coisas voltam ao “normal” no suporte técnico. Normal é… sabe-mos bem: Abandono.

Pelo menos é assim que me sinto perante certos serviços e ou produtos que adquiro e uso na minha vida…

Eu cá em casa já tive Vodafone, TV Cabo, Meo e agora tenho a Nos, e é incrível o tão mau atendimento que estas marcas todas elas praticam. Eu ainda crente salto de uma para outra, mas de facto o atendimento é igual em qualquer uma delas, ou seja, MAU.

As informações não batem certo com o que dizem, depois vai-se ao balcão e afinal no balcão não podem tratar de nada e tem que ser tudo tratado por telefone, e no telefone dizem que não podem fazer nada pois tem que ser enviada uma carta, e enviasse a carta e depois ligam 5 pessoas diferentes a falar do mesmo assunto como se ninguém nunca tivesse falado comigo, é uma completa DESGRAÇA e quem paga tudo isto sou eu no final do mês, pois a conta aparece sempre, com ou sem (des) atendimento.

Eu quero acreditar que as pessoas têm todas formação antes de entrarem para uma destas marcas, eu quero acreditar que pode ser pressão pois tudo é urgente, ou falta de recursos, alta rotatividade, confusões, silos de conhecimento, ausência de registo de chamadas, desconhecimento do produto, falta de organização em geral e assim por diante…

Eu acredito que seja tudo acima descrito e mais algumas coisas, mas o que é certo é que tudo isto me faz perder tempo, dinheiro e ando 2 meses para resolver um problema e quando estou quase a ter o problema resolvido aparece outro e começa o tormento novamente.

Será que os Deuses sentados no seu Nirvana, alguma vez descem ao mundo mundano dos telefonistas ou dos balcões para tentar perceber o que está a acontecer na sua “garagem”?

É nesta altura do campeonato que o Deus perdeu o foco pois o que interessa são os números, pois na garagem ele nasceu para atender necessidades dos clientes, e é justamente esta área que no futuro é relegada para segundo plano, não percebendo as empresas que é nesta área onde se situa o “el dorado”.

Existe uma loja no Norteshopping que eu tento nunca entrar, aliás que eu dou uma volta maior ao shopping para evitar entrar nesta loja, pois o seu serviço de atendimento é simplesmente brutal, A loja da Disney. Já não basta o facto de eu ser fã da Disney, ainda mais esta loja alia o bom conhecimento inter pessoal dos seus colaboradores e clientes, e o atendimento é tão bom e simpático que eu tento fugir de lá, pois fico com problemas de consciência se não comprar nada.

O atendimento é justamente a área que percebe todas as novas oportunidades comerciais antes de todos os outros departamentos. É ela que sabe do que o cliente precisa. É ela que sabe onde a empresa precisa melhorar. Foi ela – com menos competência e respeito – que alavancou o Deus a alcançar tal sucesso.

Por favor voltem ao atendimento que davam quando a empresa embrionária vivia na garagem…

NS

Marketing - “Deixa lá, é só uma vez por ano”

E “Prontes” eis que termina finalmente o Natal, chegado ao fim o dia dos reis… Muitos devem ter passado o fim de semana a desmontar a árvores de Natal e todas as lantejoulas de Natal adjacentes. Colocar tudo dentro de caixas e sacos e deixar ganhar pó e teias de aranha até final do ano, e pensamos, acabou, o consumismo acabou, as prendas, o dinheiro gasto, está na hora de poupar, mas eis que…. Ta Ta Na Na…

Não acabou nada. Aliás tudo começou… Ora vamos lá vislumbrar o ano que temos pela frente.

As grandes superfícies começam a guardar os chocolates das prateleiras, para colocar lá novos chocolates em forma de coração, pois daqui a um mês temos o Dia de S. Valentim (dia dos namorados), mais uma “importadela” de consumismo dos States…

Por isso as empresas já apontas novas publicidades e novas formas de apelar “ao vosso” coração enamorado, ou seja, lá virão as montras com corações vermelhos, com as frases “I love you” mesmo eu achando “Eu amo-te mais bonito de se dizer e ouvir…” Os chocolates em forma de coração, as flores, os peluches, os perfumes, etc…

Isto não terminou. Isto é a saga continua, tipo Star Wars que já vai no episódio 7, mais o Rogue One (8 no total) e irá continuar enquanto facturar, e eis que passado 1 mês do “É só uma vez por ano” dia 14 de Fevereiro virá uma outra vez: “É só uma vez por ano”, e lá os restaurantes se não reservamos mesa neste momento, nessa altura será impossível arranjar um espaço para jantar com a cara metade, acho que nem no Mac…

E passa o Dia dos Namorados e, UFA… Terminou, mas eis que ….

Carnaval, ai e tal é só uma vez, e “ninguém leva a mal” e lá se gasta mais uns trocos em novas fantasias ( no eu caso só preciso dos elásticos para colocar, pois a máscara zombie já cá está) terei que comprar para a pequenada, “tema as profissões”…

E Ufa terminou o Carnaval, acabou finalmente… E no dia seguinte lá temos que deixar ás sextas de poder comer carne (para quem acredita nisto) e dá-nos logo o vislumbre que se aproxima a Páscoa, e lá pensamos, pelo menos eu penso, ora bem, 3 afilhados (Ovo kinder dos grandes, mais uma roupinha x 3) mais a roupinha x 2 para o G. e para o L….

Pensamos estamos em finais de Abril e a conta que deveria ter aumentado, não teima de sair do ZERO. Os “é só uma vez por ano” parece macho e fêmea e fazem filhotes e achamos que temos um descanso pois somente gastaremos novamente nas férias de verão…

Chega as férias de verão e lá procuramos um refúgio por uma semana para recarregar baterias e lá se vai o subsídio de férias que deveria ir para a conta a prazo, mas que afinal, é só uma vez no ano, foi para pagar o hotel…

Térmito o Verão o que sucede? Começamos logo a dizer o Natal está já aí no virar da esquina, e eis que chega ao Natal e fim do Ano, olhamos para a conta bancária e: Surprise… Foi-se tudo, então e aquele dinheiro que estávamos a poupar, gastamos…

Se além destas épocas que “saltam” aos olhos contarmos que temos um número considerável de pontes, temos aniversários, temos casamentos, funerais, uns jantares com malta que não vemos há séculos, festas dos santos, dia da Mulher, dia do Pai, dia da Mãe… Fazemos contas e dizemos.

Afinal não é uma vez por ano, mas sim somos bombardeados todos os dias para o consumismo.

Eu já estou a receber email com escapadinhas para a Disney para a páscoa, já tenho que pensar qual a fantasia a comprar para o L. e para o G.

As empresas estruturam toda a sua comunicação e campanha de marketing para tornar este ciclo “viciante” activo todo o ano, e parece que estamos presos a ele.

Eu bem quero poupar, mas a verdade é que só sei Gastar!

NS

Marketing - Uma Fábula

Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. A formiga era produtiva e feliz.O director escaravelho estranhou que a formiga estivesse a trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada.E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefónicas.

O escaravelho ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a lamentar-se de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!

O escaravelho concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga trabalhava, produtiva e feliz. O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial..A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente, a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.

A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo sobre a motivação do pessoal.

Mas, o escaravelho, ao rever os valores e as estatísticas, deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não tinha a rentabilidade que tinha antes, e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação.A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um extenso relatório, com vários volumes, e muitos gráficos, diagramas, fotografias e printings de documentos em power point, o qual concluía : Há excesso de gente nesta empresa!!

Adivinhe-se quem é que o escaravelho mandou demitir. A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.
 
Tanta formiga, escaravelho e gerentes destes que existem neste mundo...

Marketing - Futebol

 

Por favor não continuem a matar, dar mau nome, pisar, a levar pelas ruas da amargura o desporto que eu tanto gostava, sim gostava pois neste momento ver um jogo de futebol está equiparado a ver um combate de UFC.

Eu lembro-me quando jogava futebol que era tudo mais simples, jogava-se porque se amava o jogo, porque o jogo era mágico, jogava-se para conviver com os amigos, para jogar contra outros amigos, a rivalidade era saudável, jogava-se para no final do jogo receber-se s croissants e 1 sumo, jogava-se por amor à camisola, jogava-se para fugir de um destino que era a pesca, mas jogava-se com entusiasmo e devoção.

Nas últimas duas décadas desvirtualizaram o que era outrora amor pelo clube, amor pelo jogo, para ser amor pelo dinheiro e o ganha custe o que custar e pelo vale tudo.

Com a entrada das SADs no futebol este tornou-se uma empresa e como empresa tem como mote “dar lucro” logo aqui o futebol passou a ser o desporto dos milhões, não de adeptos pois esses como eu têm vindo a diminuir, mas de dinheiro.

Os clubes / SADs olham para os adeptos como consumidores e não como meio de suporte da sua equipa. Antigamente comprava-se um cachecol, ou t-shirt do clube do coração porque se amava e era um orgulho enveredar aquela camisola, agora o adepto é visto como um consumidor de todo o merchandising dos clubes, sendo inundado por uma panóplia de artigos, sentindo-se este na obrigação de os comprar, não por amor, mas porque sim.

As campanhas cada vez mais acirradas em busca de novos sócios, de venda de lugares anuais, de venda de jogos na tv, patrocínios, etc… etc… vem completamente tornar este jogo outrora mágico, num jogo dos milhões o problema é que se esqueçam que este jogo tinha uma imagem de magia como eu acreditava, mas agora a imagem que passam é de roubos, subornos, apitos dourados, vermelhos, verdes, tutti color, vouchers, enfim um caldo completamente intragável.

Não entendo como o futebol conseguiu descer tão baixo e fazer com que um amante de futebol como eu, deixasse de ir ao estádio e acima de tudo nos dias de hoje ter medo de ir ao mesmo.

Não entendo como clubes com milhões de passivos continuam a comprar jogadores a preços utópicos e não fecham as portas, pagam salários do outro mundo e continuam a laborar, ou não pagam e continuam a disputar jogos… Uma empresa normal, com passivos altos decerto entram em insolvência e nenhum banco empresta dinheiro a esta empresa, mas parece que o futebol e as SADs não carecem deste problema, pois existe sempre dinheiro para pagar a este e aquele jogador e treinador milenariamente e numa empresa existe dinheiro para pagar um salário mínimo e mal…

Não entendo como nos outros países (Espanha, Itália, França, Inglaterra, Alemanha) casos de corrupção sejam punidos, e aqui nada acontece…

Não entendo como se retirou a magia do futebol e a substituíram pela magia dos €…

Ou melhor entendo muita coisa não entendendo…

E com estes casos o futebol português é motivo de chacota lá fora, mesmo tendo nós sido Campeões Europeus.

As SADs, os Clubes, os Presidentes, os Treinadores, os Jogadores e todos que vivem como abutres em torno deste jogo que eu gostava deveriam sair e deixar que este jogo ganha-se a alma e a paixão de outrora, mas …

No final quem perde são sempre os adeptos, pois são eles que pagam para ver todo o horror que se passa nos dias de hoje.

No final sou eu quem perco, pois deixei de amar um jogo que amava.

NS