Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Mishmash Marketing

Basicamente é "uma mixórdia de temáticas" de Marketing!

Mishmash Marketing

Basicamente é "uma mixórdia de temáticas" de Marketing!

Marketing - Coisas

 Fonte: http://kdfrases.com/frases-imagens/frase-muitas-vezes-as-coisas-que-nos-tocam-mais-sao-aquelas-que-na-altura-em-que-estao-a-acontecer-nem-antonio-lobo-antunes-143295.jpg

Vivemos dias agitados… mais do que nunca somos inundados por informação, pseudo-informação, factos e mitos… publicidade… Cada canal de tv insere em média cerca de 500 publicidades por dia, ora se multiplicar isto só pelos 4 canais de tv portugueses que não vejo dá 2000 inserções publicitárias / dia. Ao fazer zapping lá estamos a levar com publicidade, coisas e mais coisas… O cérebro não consegue assemelhar tanta “trampa” que recebemos dos meios de comunicação.

Quando acordamos começa a violação ao nosso cérebro, pois começa a instigação à compra, coisas e mais coisas, que (não) precisamos, mas que somos levados a crer que precisamos…

Tudo começa com o toque do telemóvel para acordamos não largamos mais esta “peça de arte” aliás acho que vivemos mais para o telemóvel, para as apps, e para o computadores do que para a família. Pois o meu telemóvel já me diz o que comer, quantas calorias ingeri, o que fazer, quantos passos já dei, quantos me faltam dar, já me manda fazer exercício, já me manda ás compras, é calculadora, é email, é tanta e nenhuma coisa… coisas e mais coisas… basicamente o telemóvel é a junção da consciência da nossa esposa, filhos, mãe, sogra, etc… compactada naquele aparelho.

Se o MacGyver conseguia fazer maravilhas com aquele canivete imaginem ele com um smartphone, seria uma coisa interessante de ver, como a série durou uns 7 anos, imaginem ele no primeiro episódio com o primeiro telemóvel (sim o tijolo da siemens) e até chegar á ultima temporada com um iPhone 7… Evolução da coisa…

O que queria dizer é que desde que acordamos estamos constantemente a ser bombardeados com conteúdos publicitários na tv, no telemóvel, no trabalho, na estrada, etc… O que nos faz querer coisas e mais coisas, pois nós nem somos consumistas por natureza nem nada…

O marketing (sim este tipo é a raiz de todos os males) interfere na diferenciação do que se deve ou não comprar, tornando assim as pessoas incessantemente descontentes buscando nas compras algo que as conforte. Essa compulsão leva as pessoas a desprezarem seus valores e sua situação financeira e as mantêm em estado de fascínio e até de hipnose.

Coisas e mais coisas…. Coisas e coisa nenhuma…

E vivemos assim atrás Da Coisa, sem realmente saber que Coisa é essa, mas que vamos aglutinando na nossa garagem, no nosso guarda roupa, na dispensa… Muitas Coisas… para que servem? Muitas para coisa nenhuma…

Vamos para um jantar em família ou com amigos e não podemos adiar aquele email, não podemos desligar aquela app, aias metade do jantar é em torno do telemóvel… Queremos ser tão profissionais que temos que responder aquele email no concerto de música do filho, não precisamos de férias nem de fins de semana, pois temos que estar conectados 24 sobre 24… Pois queremos coisas que nunca tivemos (pois não existiam) e queremos dar coisas aos nossos filhos porque nós não as tivemos…

Queremos tanto ser produtivos, multifacetados, multi-task e com tanta coisa, perdemos o rumo e fazemos exactamente o contrário…

O cérebro não aguenta tanta informação pois não temos capacidade de injectar discos de memória nele, não somos máquinas, mas tentamos ser…

Enfim coisas e mais coisas… Damm you Marketing, Damm you Natureza Humana e acima de tudo DAMM YOU COISAS!

NS

P.S. Devia-mos Amar as pessoas e gostar das coisas e fazemos uma vez mais tudo ao contrário, amamos as coisas e gostamos das pessoas…

Marketing - Música Portuguesa

Fonte: https://widget-meo.nmusic.pt/playlists/469855/600 

Ontem estive a cuscar o blog Narizdecera (sim cusco os vossos blogs para encontrar temas para colocar aqui) e deparei com uma música portuguesa na qual teci o comentário: a música tinha uma melodia bonita e que a letra era fantástica, o único problema era mesmo ser portuguesa. Tivemos uma discussão acesa de cerca de 5 segundos, mais ou menos a troca de 2 frases.

Daí surge o mote de hoje, porque raio não passam tantas músicas portuguesas na rádio, tv, etc? Quando olhamos para as letras das nossas músicas em nada ficam atrás das inglesas, as vozes também não, mas de facto não vende…

É de estranhar sendo a língua portuguesa a 4ª mais falada no mundo, sendo o tipo que ganhou o último the Voice considerado um dos melhores de todos os programas mundiais dentro do género. No final espreme-se todos os programas, todas as músicas e “não sai gotas de sumo”. Onde param os músicos, onde para a música portuguesa, porque não conseguimos singrar aqui e lá fora? Como os ingleses e os cantores de língua espanhola?

O que é música? No sentido amplo é a organização temporal de sons e silêncios (pausas). No sentido restrito, é a arte de coordenar e transmitir efeitos sonoros, harmoniosos e esteticamente válidos, por voz e instrumentos musicais.

Hoje as músicas são usadas como uma ferramenta de formação e consolidação de uma imagem corporativa. Tornando-se imprescindíveis na dedicação em estratégias de marketing em algumas empresas, políticos, marcas, etc…

Mas sempre que vemos anúncios na TV pouco me recordo de ouvir conteúdos musicais portugueses, sempre jingles estrangeiros… Acho que a última vez que me recordo de ouvir música portuguesa foi com a Seleção no Euro, não o Hino a Portuguesa, pois também esse só o ouvimos quando joga a Seleção de Portugal de Futebol (outra coisa estranha, mas adiante…) mas sim a “Minha Casinha” dos Xutos.

Sei que existem cotas obrigatórias de música portuguesa que deveria passar nas rádios mas estas consequentemente “se esquecem” de as cumprir alegando que se passarem (acho que 40%) de música portuguesa a rádio não será rentável… Não querendo somente remeter a culpa para as rádios mas também por culpa nossa, pois não gostamos de ouvir cantar os “nossos cantores” e não exigimos que passem mais nos meios de difusão.

Mas também me estranha os festivais de música que crescem como cogumelos e os cabeças de cartaz serem sempre estrangeiros. Estes festivais gerem em média cerca de 60 milhões de euros, quanto ficará para os artistas portugueses?

Houve um festival só de música portuguesa mas a afluência não é tão esmagadora como um Nós Alive ou um Rock in Rio…

Dizem que é a crise (coitada da crise que leva com todas as culpas) mas o que é certo é que o bilhete mais barato para os Aerosmith custa 84€ e para os Guns and Roses custa 79€, o que é certo é que enchem onde quer que vão (eu sou suspeito pois quero ver ambos os concertos).

Imaginem um Tony Carreira cobrar no Meo Arena 70€ por um bilhete, provavelmente tinha somente ar a ouvir o concerto…

Eu estou aqui a falar e basicamente só oiço música estrangeira, pois fiquei parado na década 80, e os músicos portugueses que oiço também são dessa década, por isso eu sou um dos culpados… Mas não quero ficar com as culpas só para mim, que se passa de facto? O plano de Marketing musical português está mal direcionado, está mal executado?

Podem dizer que a pirataria também não ajuda o preço dos Cds é alto por isso recorremos aos downloads, mas o que é certo é que o ano passado a venda de Vinis ultrapassou a venda de Cds, e um vinil não é propriamente barato, eu que o diga…

Algo de errado aqui se passa pois a nossa música não tem o relevo que deveria ter e tem-se que pensar a música de forma distinta, e lançar a mesma com uma estratégia diferente. O marketing  que tem sido feito até ao momento não está a ajudar a disseminação da nossa música e da nossa língua. Algo precisa de mudar, pois provavelmente existe muita boa música que eu desconheço.

Basicamente um Tony Carreira está numa onda de sonoridade e letra equiparado a um digamos Bryan Adams, agora pegamos nas letras do Tony e colocamos em inglês cantadas pelo Bryan, será que não venderia mais? E se for ao contrário o Summer of 69 cantado pelo Tony em versão português venderia?

Vai muita coisa errada na difusão da música portuguesa, devido a tipos como eu, mas não somos a raiz de todo este mal.

Mas com a chegada das redes sociais, esta disseminação tem ajudado em muito os artistas portugueses a ganhar “nome” lá fora e tentar elevar a música portuguesa para outro nível, quiçá a restante sétima arte portuguesa.

Mas como tudo em “POOR”tugal “o que é bom é de lá de fora”, ou melhor se queremos ser bons temos que ir lá para fora.

Thats It, Finish, The End!!!!!

NS

Marketing - Astrologia

Fonte: http://www.horoscopo.com.pt/wp-content/uploads/2016/03/astrologia.jpg 

Há muito, muito tempo que existe uma guerra na penumbra sobre Marketing. Será que este pode ser apelidado de Ciência ou não? Como o Marketing baseia os “seus afazeres” em ciências com o a Economia, Gestão, Psicologia, etc, eu atrevia-me de lutar no lado do SIM, Marketing é ciência, mas como respeito as opiniões dos demais, que não seja ciência pouco me importa, desde que não chova balázios para o meu lado.

Ora se por um lado eu consigo encontrar argumentos para defender o Marketing como ciência, já tenho enormes dificuldades em relativizar a ciência e a astrologia, e todas as mezinhas que advém deste ramo como tarot, o astral, o viver pelos signos, etc… Isto parece tem tudo menos uma boa base científica pois alguém me prever o futuro com base em Cartas, Astros, ou se o cometa x embateu no y… Soa-me a, como lhe chamar… Embuste? Não… Treta? Mais ou menos. Chamemos de “Coisa Paranormal”…

Como tenho imenso tempo e mais nada para fazer, coloco-me a pesquisar sobre a temática em questão e de facto deparo-me com o Blog da Maria Mocha, sobre as previsões da Maya. De facto nada melhor do que ninguém do que a Maya para me dar conselhos de como vai ser o meu 2017, que de facto ao ler os mesmo, me assusta, e pior do que ela só mesmo Passos Coelho com os seus discursos catastróficos e de apocalipse.

Eu sempre pensei que o intuito do da Astrologia, tarot e afins fosse ser dar notícias sobre o futuro, de um modo fofinho, mas eis que Maya, rompe com todos os paradigmas, tenta enveredar por uma marketing diferenciador, e atingir não sei qual público alvo e assusta toda a sua clientela dizendo que 2017 vai ser uma catástrofe. Das duas 1. Ou tem por objetivo assustar a clientela e aumentar o número de depressões e ansiedade (ganhando ela um percentual sobre as vendas de anti depressivos e anseolíticos). Ou tem como finalidade fazer com que as pessoas a procurem para em vez de ter um ano apocalíptico, ter um ano vá mau. Assim ela uma vez por mês lá saca do seu baralho e vai indiciando as pessoas ao que fazer para a coisa correr bem (hummm esta parece uma estratégia de fidelização do cliente…). Não quero contudo com isto falar mal dos profissionais desta arte, muito pelo contrário.

Já que falamos em nicho de mercado, o mundo esotérico, é um dos mais pesquisados na internet. No entanto, deixando de lado se acreditamos ou não na eficácia deste tipo de artes de adivinhação, a verdade é que lá estão muitos profissionais que ganham a vida Honestamente ao oferecer informações de conteúdo, esoterismo, consultas personalizadas para os seus interessados clientes e leitores.

Temos os vários posicionamentos da Astrologia, mas gosto de o ver tipo como uma espécie de Marketing da Alma, ou Marketing da Aura, ou Marketing da Alma, Marketing qualquer coisa que nos transcende, e de facto existe muitos especialistas da área que vivem bem, conseguem cativar clientes e fazem disto a sua forma de viver e de estar na vida (relembro que a Maya já deve andar nisto há mais tempo que eu pisei esta terra, tem programas na TV, já foi apresentadora, por isso a coisa não lhe corre muito mal…)

Se por um lado temos no motor de busca da google um posicionamento de pesquisa, como o tarot telefónico e a astrologia que geram milhares de visitantes e seguidores. Se colocarmos Horóscopo no google temos algo como 12 milhões de resultados, mas o número elevado de resultados podem não se concentrar em “vendas” mas ao menos estamos a dar a conhecer a nossa marca e aquilo que fazemos. Por outro lado palavras com baixo nível de resultados são aqueles que dão o “pão” a estes profissionais, palavras como por exemplo “consultas de tarot telefone” com um resultado de 400 mil, têm baixa procura mas incitam à compra destes serviços.

Para desenvolver o conteúdo temos que ter em mente os interesses dos usuários. A criação de conteúdo deve seguir as linhas marcadas anteriormente. Se por um lado temos conteúdo livre que nos serve de Branding (horóscopo, etc.) por outro lado temos conteúdos focado em converter o Branding em clientes efectivos (tarot económico, telefone, etc.) Em ambos os casos, todo o conteúdo deve ter características em comum. O conteúdo deve ser sempre original, por outro lado, o conteúdo deve ser atrativo. Os conteúdo da astrologia passam a ser compartilhados nas redes sociais o qual fará "adicionar pontos" no posicionamento e na divulgação da marca / serviço.

Alguém me disse que o tarot, as cartas, o ler… Serve somente como um guia, depois existem os fanáticos que regem e vivem a sua vida segundo o que o seu “guia” lhe transmite, aqui é que eu sou completamente contra…

O Astrólogos tornar as pessoas crentes e fanáticas no que eles dizem e desta forma gerirem a vida e principalmente os bolsos das pessoas a seu belo prazer, pois estas pessoas são fracas de espírito e quando acreditam nunca mais saem do buraco onde se colocaram, até ficarem de bolsos vazios e serem abandonadas.

Eu acho piada à astrologia aos signos, etc… Ler por ler, não rejo a minha vida é pelo o que eles lá dizem, mas fica aqui a previsão do meu signo para hoje.

 

“Gémeos TER - Charme e simpatia ajudarão você a se destacar e conseguir algumas vantagens no emprego. Pode ter apoio de uma mulher influente. Há chance de receber uma grana que emprestou ou que depende de decisão judicial. Mas pague seus compromissos no prazo também. Na paquera, pode atrair a atenção de alguém de boa posição social. No romance, explore a sua sensualidade e terá o que quiser! Cor: verde-escuro.

Veja seu horóscopo completo personalizado assinando nosso conteúdo exclusivo!”

Fonte: http://www.joaobidu.com.br/jb/horoscopo/signos/previsao-gemeos/

NS

P.S. Gratuitamente tens este parágrafo, queres algo mais personalizado, PAGA.

Marketing - Viral

A foto não se refere á progressão aritmética do filme Pay it Forward (quem não viu, aconselho a ver)…

Segundo a Digital Discovery; o Marketing Viral é uma poderosa forma de marketing, mais conhecida por” word of mouth” (heterodomésticos nada de piadas com isto) online. Esta ocorre quando são efectuados sucessivos reenvios de correio electrónico recebidos por amigos, colegas e familiares.

Ainda me lembro à uns anos atrás o “viral mailing” quando recebia um email de “correntes” a dizer que se o email não fosse reenviado a 10 contactos iriassse ter 7 anos de azar (agora percebo o meu azar, pois tudo que era corrente, morria no meu email).

O Marketing Viral nos dias que correm e com a disseminação das milhentas redes socais tornou-se um fenómeno exponencial de fotos e de videos infelizmente na sua maioria de tragédia, guerras, fome, miséria mas também outras de paz, de compaixão amor com o próximo que muito inunda os facebook, os twitter, etc… de todos nós.

Basicamente o Marketing Viral é tipo um vírus que se espalha e mata aos magotes de pessoas, mas aqui sem a parte do matar, o  Marketing Viral é ter como objectivo um apocalipse de zumbis e afins (está na moda esta cena de zumbis) mas virado para uma causa, um produto, uma marca…

Para os que trabalham com o marketing, é extremamente tentador domar este efeito e, assim como controlamos as explosões e criamos máquinas que disruptaram a nossa capacidade de realizar trabalhos motores, aplicar esses conceitos para disseminar em uma nova escala a informação que desejamos passar. Mas não é assim tão fácil de ser atingido…

Todos sabemos que vivemos numa Aldeia Global, ou melhor vivemos num Big Brother global, pois temos que ter muito cuidado com aquilo que fazemos porque a cada esquina espreita sempre uma câmera, todo o mundo nos dias de hoje viraram fotógrafos ou “movie mares” por isso cuidado com o que fazem por essas “wild life” fora pois não se sabe quando um crocodilo não está com um smartphone a gravar.

Daí a importância para as empresa de se manterem presentes nas redes sociais, o local mais propício para disseminar este tipo de mensagem, seja de marketing viral ou spreadable media, como preferir chamar!

Se por uma lado não sabemos se uma publicidade se vai tornar viral quer pelo seu conteúdo (social, comédia, valor, etc…) por outro lado sabemos que ao mínimo deslize alguém lá estará para fazer o marketing viral da empresa, mas com uma conectividade negativa.

As empresas procuram formas de fazer marketing viral, a internet apresenta magia, marketing viral em 10 passos, etc… Mas se fosse assim tão fácil todo o mundo andava aí com campanhas com mais de milhões de visitas, mas o que acontece na realidade não é isto. As empresas investem milhões em publicidade esperando que esta se torne viral, ou que pelo menos atinge o publico alvo desejado bem como os shares desejados, não sabendo nunca se será viral ou não.

Para um video, publicidade, foto se tornem virais é necessário apelar a um enorme conjunto de gente esta estar pre disposta a disseminar o conteúdo pela sua rede fora.

Muitas vezes é um menino com a camisola da seleção a abraço um francês, outras vezes é um menino que sai dos escombros de uma casa bombardeada, outras vezes é alguém que se espalha em palco, basicamente tornasse mais viral a desgraça alheia fruto de nenhum plano de marketing do que uma grande campanha de marketing onde se gastam milhões e pode não dar em nada.

Era muito bom descobrir a forma de me tornar viral, mas essa ainda continua nos laboratórios a ser estudada.

NS

P.S. Hoje em dia uma das maiores armas existentes no Marketing Viral são os smartphones, pois de facto de um momento para o outro o Seu nome pode saltar para a Ribalta, por uma boa causa, ou por uma “situação não tão boa…”

Pág. 3/3